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O sorriso de Putu!

Marina Landi no primeiro dia da abertura do Festival

No Putu Sepi!

Sim esse é o nome dessa figura emblemática que tanto fez sucesso nos meios das mídias sociais nesse final de ano. Sua contadora de história é a Artista Brasileira, também muito conhecida Marina Landi.

Contei e repassei essa história tantas vezes na minha cabeça e em meu notebook. Tamanha responsabilidade em dividir a intimidade dessas duas mulheres. Finalmente as coloco aqui para dividir com todos. Me desculpem por ser longo, mas não tive como cortar mais linhas… Continuar lendo O sorriso de Putu!

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Made In Brazil

Muitos nos inspiramos nos trabalhos dessas quilteiras maravilhosas ao redor do mundo.

Temos vários festivais ocorrendo durante o ano todo, e sabemos da presença forte  e marcante das artistas brasileiras. Agora já somos fontes de inspirações!

Na semana passada tivemos dois eventos que devemos sim mencionar. Um foi relizado em Portugal,  no Castelo de Paço de Giela, na cidade de Arcos de Valdevez. Uma exposição de obras de artistas têxteis brasileiros, convidados para um grande e renomado Festival de Cultura, de 19 a 22 de abril, com curadoria da Ciça Mora.

Recebendo grupos de 60 pessoas no decorrer do dia, ela pode mostrar e explicar o trabalho das nossas artistas.

Também tivemos nos Estados Unidos, em na cidade de Paducah, The Spring Paducah 2018, onde na exposição The Contemporary Quilt Art Association, tivemos a presença de 23 artistas Brasileiras. Foram U$125,000.00 em dinheiro como premiações, além do prêmio da Janome Best of the Show de U$20,000.00 (bons motivos para investir em bons materiais e bons cursos não acham?)

Lucia Souza foi uma das grandes premiadas, com um trabalho que realmente mereceu cada olhar do festival. O quilt “Fireworks” de tamanho 26,5 cm x 31,5 cm todo feito à mão. 1º lugar de miniatura na 31ª Quiltweek Spring Paducah – Kentucky (site oficial)

 

“Fireworks”, Lucia Souza, foto enviada gentilmente pela Suzana Refatti.

Além disso várias brasileiras tiveram menções honrosas e também receberam “rosetas” de seus trabalhos, como as meninas do Órbita Quilting.

“Ergos” trabalho de Claudia Dias, exposto em Paducah

Claudia Dias por exemplo estava com 3 trabalhos expostos no festival de Paducah e 3 em Portugal.

Começamos então a semana dessa forma… estimulando a todas/os a se dedicarem e praticarem essa arte deliciosa de unir pedacinhos de tecidos. Contem sua estória… não importa a técnica, e não importa se terá ou não premiações internacionais. Nós estamos felizes em fazer parte da sua história, e queremos muito ouvir você!

Dividir para somar sempre!

 

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Mais amor por favor!

Acabei de ler um post, daquelas amigas que sempre falamos, que sabemos tudo sobre a vida dela e que nunca estivemos juntas. Todas sabem… todos nós temos um amigo/a virtual.

O desabafo dela era sobre algo que também ronda as Quilteiras: EGO. Sim… com a competência nas execuções e nos projetos, as premiações, e a pseudo-fama que as mídias sociais proporcionam, tudo isso acaba virando um “altar” onde as pessoas as vezes se esquecem do princípio básico do Patchwork que é a solidariedade, o costurar em equipe.

Eu amo costurar com alguém. Tenho minhas fieis escudeiras, que sempre produzimos coisas deliciosas juntas. Eu e a Mila sempre fazemos “colchas”  com o mesmo tema, porém quando vemos prontos são dois trabalhos totalmente diferentes.

Foto: Generando Bloques

Cada um tem o seu estilo de executar. A escolha das cores, o quiltar, tudo faz com que as peças criem identidade própria. Todas são espelhos de nós mesmas. Até das nossas emoções. Quem não fez um projeto em um momento extremamente feliz, e quando olha aquela peça fica com o coração cheio de alegrias? E até mesmo o inverso. Costurar é uma terapia, por mais que seja o seu negócio. Na recessão americana as pessoas se reuniam e faziam colchas em suas tardes para se ocuparem, para aprenderem, para ensinarem.

Lógico que há um investimento bem alto em fazer patchwork. Cursos são cobrados, e eu mesma sou uma aluna constante em festivais. Há muito o que aprender, e as pessoas que se dedicam a ensinar merecem receber, inclusive para elas próprias gerarem recursos para novos cursos, terem investimentos etc.

Mas também essas mesmas pessoas arrumam tempo para se “doar”, recebendo apenas em troca várias alunas sedentas de saber.

Foto: Silvana Vituriano

E toda vez que eu vejo profissionais da área, tomando posições tão arbitrárias, julgando-se donas/os de todos os projetos do mundo, eu lembro de outros profissionais. Lembro de uma Silvana Vituriano que faz muitas aulas demonstrativas e coloca a disposição no Youtube, e responde a todos os comentários. Lembro da querida Adriana Sleutjes que faz questão de explicar em uma aula, tudo aquilo que aprendeu a vida toda. Ela é um enciclopédia de informações sobre técnicas e Mestres do Patchwork. Incrível… E doa, se doa… doa tecidos, amostras, tempo… uma delicia.

Vejo garotas novas e super competentes como as do Órbita Quilting, que pegam o seu final de tarde de todos os sábados para fazerem aulas ao vivo, tirando as dúvidas das suas alunas (tudo bem que sempre é no horário do jogo). Elas amam divulgar quais são as suas fontes de estudos e de inspirações. Mostram seus erros e seus acertos e são premiadas.

Foto: Gabriela Bregant – Generando Bloques

Há uma profissional que eu não conhecia, Gabriela Bregant, uma Argentina,pessoa incrível, que disponibiliza todas as segunda-feiras as 17 horas (horário do Brasil), cursos para ensinar Patchwork. Vocês podem encontrá-la na página dela, “Generando Bloques”. Ela então além de responder a todas, ainda tem a delicadeza de escrever em português. Isso é por demais encantador.

Quando se frequenta Mídias Sociais temos que ter sempre um filtro… pegar o que há de melhor e darmos o nosso melhor. Assim eu quero sempre fazer… dividir informações! Afinal essa é a base do Patchwork!

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