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Batik, a arte das estampas com cera

Não tem como falar de patchwork sem falar de estampas. São elas que fazem com que a composição de cores funcione, que trazem a leveza ou a força do trabalho que estamos fazendo. Quando quero algo orgânico, leve e cheio de personalidade logo penso nos tecidos de Batik. Suas estampas são apaixonantes, com padrões distintos que se complementam, com cores vivas, naturais e que trazem sofisticação ao trabalho. Ele também é uma ótima alternativa para quem está começando no universo de compor cores, pois a mistura de suas estampas com os tons naturais fazem uma composição perfeita.  Continuar lendo Batik, a arte das estampas com cera

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Uma relação de afeto com o tecido

Conversar com a Myrian Melo realmente é uma inspiração, ainda mais para quem está ingressando nesse universo do patchwork. São pessoas como ela que nos fazem querer aprender mais e acreditar nesse mercado tão promissor. Como muitas de nós, Myrian se interessou pelo patchwork graças as lembranças de sua mãe costurando. A sua formação em Belas artes também contribuiu para aliar a costura com o planejamento e a estética. “O tecido estava sempre envolvido na minha história”, conta.

Quando ela começou no patchwork não existia tantas fontes de informações e profissionais oferecendo cursos. Era sempre um desafio aprender uma técnica nova. “Eu conheci o patchwork com a mãe de uma amiga que tinha um livro do método inglês, mas achava muito difícil”, explica Myrian. Após conhecer alguns profissionais da área ela foi ao festival de Gramado e pouco tempo depois já começou a ensinar. “Aprendi de ver fazer, de ler, de oficinas, o patchwork é uma linguagem que passa de uma forma velada… só de ver aprendemos como faz”, confidencia Myrian. Continuar lendo Uma relação de afeto com o tecido

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Naninhas, o acalento com retalhos

Aos quinze anos fui ser voluntária em um Hospital Municipal de Santo André. Eu e a minha irmã Marisa Canova. Foram quase dois anos de doação, feito por duas adolescentes de 14 anos. Isso nos fez ver a vida de outra forma. A Canova inclusive fez faculdade de Enfermagem por conta disso. Muito se aprende quando se doa.

Tenho 54 anos e dois filhos: Ramon tem 30 anos e Sophia tem 11 anos. Por quê eu menciono isso? Porque eu já estive em um hospital, esperando por um milagre e agradecendo por cada pessoa que conversou comigo, cada carinho recebido, cada atenção dada a minha pequena garota. O lugar deixa de ser “sombrio” quando temos pessoas para nos acalentar. Por isso gostaria de compartilhar um projeto muito especial.

Faço cursos quinzenais na Rute Sato. Com a convivência a turma lá deixou de ser de alunas há muito tempo. São boas amigas, que dividem experiências, gentilezas e informações, não só sobre o Patchwork, mas principalmente sobre a vida. Esse é o lema do nosso site lembram… “unir pessoas ao unir retalhos”.

Em uma dessas conversas percebi que a grande maioria faz patchwork para poder doar para Instituições, que poderão ser vendidas, rifadas, usadas em bingo etc. Entre nossas companheiras, há uma senhora linda e gentil. Sua voz sempre é doce e ela sempre está a disposição para nos acalentar a alma, mostrando um lado tão acolhedor que muitas vezes me emocionou. E foi a nossa querida Dionéia Matsushige que disse que esta na árdua e deliciosa missão de fazer “Naninhas” para presentear as crianças AVOHC (Associação dos Voluntários do Hospital das Clínicas de São Paulo). Continuar lendo Naninhas, o acalento com retalhos

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Grandes Mestres

Uma coisa que descobri com o passar dos anos, que há mestres e mestres. No patchwork não seria diferente.

Incrível como vamos amadurecendo. Mais ainda, é fascinante como as informações passadas em um passado remoto, podem mesmo retornar a nossa cabeça, exatamente no momento em que precisamos delas.

Nossa página quer muito “desmistificar” essa arte de unir panos. Lógico que sabemos que nada melhor do que a prática para podermos fazer trabalhos com acabamentos primorosos.

Há muitos artistas a serem lembrados. Temos tantos nomes a mencionar, que ficaríamos postando para o resto dos próximos dois anos. Leituras e livros para mim são um grande vício. Nessa busca por uma literatura sobre o tema Patch, Sue Spargo, Anni Downs, Debbie Mumm, Philippa Naylor, Nancy Nicholson me fascinam e me insipiram muito.

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Um viagem no tempo em Kew Gardens

Em uma das minhas viagens, passando por Londres, busquei um lugar para poder ver um pouco de Patchwork. O grupo das americanas que eu participo, todas hiper-gentis, me indicaram uma lojinha super charmosa em uma cidade ao lado chamada Kew Gardens. A Tikki London Fabric Shop é um lugar maravilhoso e super recomendo a todos conhecer.

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