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Contemporary Quilts

*Imagem de destaque – Painel Peg Collins

Existem várias definições sobre onde e como usar esse termo. Muitas vezes definidos como colchas modernas, funcionais, com cores fortes e inspiradas por um design moderno. Minimalismos, espaços negativos, expansões, assimetrias, trabalhos alternativos de grades…. partes que compõem um painel, um edredon, um caminho, uma manta, sempre modernas.

Improvisações de emendas, retas, curvas, profundidades…. espacial jogado entre tantas inspirações.

Quase sempre Color block, como diria meu querido Airton Spengler, ou “bold colors” como diria Angela Pingels. Agora podemos ousar com texturas diferentes. Tudo é possível!

Painel: Cecilia Koppman

Ou como faz quase sempre nossa querida Cecilia Koppman, os tecidos podem ser tingidos, com nuances delicadas se fazendo presente.

Enganam-se quem pensa que são fáceis de se fazer. Precisa atenção e muito bom gosto. Capricho em todos as emendas e costuras.

Mas cuidado ao executar…. muitas vezes tornam-se obras totalmente diferentes das que foram projetadas, pois acabam criando vida e nos conduzindo a resultados bem pertinentes ao nosso sentimento.

Eu sou apaixonada por elas. Todas me seduzem para serem reproduzidas. Falta tempo para tantas coisas a serem administradas.

E temos os quiltings…. sim… esses podem roubar a cena do efeito desejado. Podem ser a antítese do trabalho executado. As vezes quem fez a composição dos blocos pensou em algo e quem quiltou fez outro.

Em uma aula com a Maria Shell ela colocou muito bem a importância de nós usarmos a grade de cinzas para eleger as composições. Ela é uma fonte de inspiração para mim.

Painel: Cindy Grisdela

“Artful Improv” de Cindy Grisdela também. Em uma aula divertida e cheia de boas dicas, ela nos fez brincar com batiks quase sólidos…. o efeito ficou fantástico.

Ambas têm um orgulho de mostrar as costas dos seus trabalhos, Free-Motion Quilting, que são uma obra de arte a parte. Usam linhas coloridas, com muita alegria. Como eu sempre digo fazem um quilting feliz.

E pra que esse post? Bem… para dizer…. “Arriscar, criar, reproduzir, inovar”. Há muito espaço para esse patchwork não tão tradicional, mas cuja raiz esta lá nos blocos inicialmente aprendidos.

E você gosta de fazer esse tipo de Patchwork?

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